Uma agência com dez clientes tem dez contas de anúncio, dez planilhas e dez conversas mensais em que alguém pergunta por que o número mudou.
O cliente vive no endereço da URL, e a separação é imposta pelo banco de dados por política de linha — não apenas pela aplicação. Não existe “cliente selecionado” guardado em cookie, que é o mecanismo pelo qual se abre a tela errada sem perceber e se mostra o dado de um cliente para outro.
Um link de campanha mandado no grupo abre exatamente o mesmo recorte do outro lado, no cliente certo, com os mesmos filtros e a mesma ordenação.
Cinco papéis por cliente — dono, administrador, gestor, analista e visualizador — e escopo por conta de anúncio. Um analista pode ser limitado às contas em que trabalha; o cliente final pode receber acesso de visualização sem enxergar a trilha de auditoria.
Quem não tem uma permissão não vê o botão que leva a ela. Um botão que resulta em erro promete uma capacidade que não existe.
Toda alteração retroativa fica registrada com o valor anterior, o novo e a causa provável. Quando o cliente pergunta por que o relatório de terça está diferente, a resposta é uma tela — não uma reconstrução de memória.
É a diferença entre “deve ter sido conversão tardia” e “esta conversão foi atribuída no dia 14 a uma compra do dia 9, e por isso o valor de terça subiu”.
Dez relatórios no catálogo, com exportação em planilha que abre no Excel em português sem configurar nada — e na mesma ordem que está na tela.
Onde um relatório tem limitação conhecida, a ressalva vai impressa ao lado do número, não numa nota de rodapé que ninguém lê.
Veja também a lista completa de recursos e como a coleta funciona por dentro.
Conecte uma conta e veja a árvore inteira em minutos.
Começar agora