Recursos › Controle de acesso
O controle de acesso separa clientes por política de linha no banco de dados e dá a cada pessoa um papel por cliente e um escopo por conta de anúncio.
Um freelancer precisa ver duas contas de um cliente. O cliente final quer acompanhar o próprio resultado sem ver os outros. Sem escopo, a escolha é entre dar acesso demais ou virar intermediário de toda consulta.
Cada consulta ao banco roda sob uma política de linha que filtra pelo cliente e pelas contas permitidas. Um erro de programação que esquecesse o filtro na consulta não vazaria dado de outro cliente: a política continua valendo, e a consulta volta vazia.
A política falha fechada. Se a identidade do cliente não estiver definida na sessão do banco, nada é retornado — o oposto de um padrão que devolveria tudo.
Dono, administrador, gestor, analista e visualizador. Além do papel, cada pessoa pode ser limitada a um subconjunto das contas de anúncio do cliente — o que permite dar ao cliente final acesso de leitura ao próprio resultado sem expor o restante.
Quem não tem uma permissão não vê o botão que leva a ela. Um botão que resulta em erro promete uma capacidade que não existe.
O identificador do cliente faz parte da URL. Não existe “cliente selecionado” guardado do lado do servidor, que é o mecanismo pelo qual duas abas abertas passam a mostrar o cliente errado sem nenhum aviso.
O efeito colateral é bom: um link mandado no grupo abre o mesmo recorte do outro lado, com os mesmos filtros, no cliente certo.
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