Adventury traz Google Ads para a mesma estrutura do resto: conta, campanha, grupo de anúncios e anúncio, com as mesmas regras de agregação e a mesma trilha de alterações.
Cada nível é buscado da plataforma por conta própria, e não derivado por soma do nível de baixo. O motivo é concreto: alcance conta pessoas únicas, e a mesma pessoa alcançada por dois anúncios do mesmo conjunto conta uma vez no conjunto e duas na soma dos anúncios. Só a plataforma deduplica.
O Google permite atribuir peso a cada ação de conversão, e usa modelos que distribuem crédito entre pontos de contato. O resultado é que o número de conversões pode ser FRACIONÁRIO — 4,7 conversões é um valor legítimo.
Sistemas que guardam conversão como número inteiro arredondam e perdem a diferença, que se acumula. Adventury guarda o valor com precisão suficiente para que a soma de um mês bata com o que a plataforma reporta.
O acesso à API do Google Ads exige um token de desenvolvedor aprovado, e a aprovação leva tempo. Até lá, a ponte de planilha resolve: a exportação padrão do Google Ads é importada com as mesmas conversões de formato, a mesma trilha de execução e o mesmo registro de alterações da coleta por API.
O caminho é o mesmo por dentro — não é um atalho paralelo que grava dado sem auditoria. Importar de novo o mesmo arquivo não duplica nada.
Meta e Google reportam com vocabulários diferentes, janelas de atribuição diferentes e níveis com nomes diferentes. Comparar sem normalizar produz conclusões erradas com aparência de análise.
Aqui os dois entram na mesma hierarquia, com as mesmas classes de agregação. O ícone da rede em cada linha diz de onde veio o número, sem precisar procurar.
Também usa Meta Ads? Veja como Meta Ads entra na mesma tela.
Conecte a conta e veja a árvore inteira, com o histórico que a plataforma já tinha.
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