Adventury coleta Facebook e Instagram Ads pela Marketing API oficial, em conta, campanha, conjunto de anúncios e anúncio — cada nível buscado separadamente, porque as métricas de pessoas únicas não somam entre níveis.
Cada nível é buscado da plataforma por conta própria, e não derivado por soma do nível de baixo. O motivo é concreto: alcance conta pessoas únicas, e a mesma pessoa alcançada por dois anúncios do mesmo conjunto conta uma vez no conjunto e duas na soma dos anúncios. Só a plataforma deduplica.
A Marketing API reporta dezenas de tipos de ação, e a mesma conversão costuma aparecer em mais de um deles — um específico do pixel, outro agregado pela plataforma, às vezes um terceiro vindo da API de conversões.
Somar todos os tipos conta a mesma ação duas vezes. Adventury classifica cada tipo com um papel: só os canônicos entram no total, e os agregados e sinônimos continuam visíveis sem inflar a conta. Um catálogo de mais de cem tipos cobre o que as contas reais reportam, e o que não estiver nele aparece como não classificado — visível, para ser declarado, em vez de somado por engano.
Conversão tardia atribuída dias depois do clique, tráfego inválido removido, reprocessamento interno: o relatório de terça consultado no sábado não é o mesmo consultado na terça.
A cada coleta, o valor anterior é comparado com o novo. Quando difere, a diferença é registrada com o antes, o depois e a causa provável — e é isso que responde “por que o número que você me mandou está diferente”.
Um mesmo criativo roda em vários anúncios, em conjuntos e campanhas diferentes. O desempenho da PEÇA é a soma de todos os anúncios que a veiculam — e é essa a pergunta que se faz ao decidir o que produzir a seguir.
A galeria parte do criativo, não do anúncio: peça enviada e ainda sem veiculação também aparece, porque é justamente ela que se quer conferir antes de subir a campanha.
Também usa Google Ads? Veja como Google Ads entra na mesma tela.
Conecte a conta e veja a árvore inteira, com o histórico que a plataforma já tinha.
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