Recursos › Trilha de alterações
A trilha de alterações guarda o valor anterior, o novo e a causa provável de cada número que a plataforma reescreveu depois de já tê-lo reportado.
O relatório de terça dizia 84 conversões. Na sexta, a mesma terça diz 91. O cliente viu os dois, e a única resposta disponível é “deve ter sido conversão tardia”.
A cada coleta, o valor que chega é comparado por hash de conteúdo com o que já estava gravado. Igual, nada acontece. Diferente, a diferença vira um registro com o antes, o depois, o momento em que foi notada e a causa provável.
O registro é acrescentado, nunca sobrescrito. O painel mostra o valor atual e mantém o histórico de como se chegou nele — que são duas informações diferentes, e a segunda é a que responde a pergunta do cliente.
As causas comuns são conhecidas: conversão atribuída depois do fechamento do dia, reprocessamento da plataforma, mudança de janela de atribuição, ajuste de cobrança. A trilha nomeia a mais compatível com o padrão da alteração.
Ela diz “provável” porque é isso que é. A plataforma não informa o motivo, e um sistema que afirmasse a causa com certeza estaria inventando a parte mais importante da explicação.
Sem trilha, a resposta ao cliente é uma reconstrução de memória. Com ela, é uma tela: esta conversão foi atribuída no dia 14 a uma compra do dia 9, e por isso o valor de terça subiu.
A diferença não é de precisão apenas — é de quem carrega o ônus da dúvida.
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